Vereador Bebé Taxista denuncia: Prefeitura deve quase 1 milhão de reais à APAE‏


Post

O vereador Bebé Taxista (PEN), há dois meses, esteve visitando a APAE de Imperatriz baseado em denúncias de que a entidade não estava recebendo os repasses financeiros da Prefeitura de Imperatriz, o que estaria causando grandes atrasos nos salários dos funcionários e quase inviabilizando os trabalhos as pessoas que precisam de atendimentos essenciais.

            Bebé visitou o local e conversando com a direção e os trabalhadores, foi constatada a veracidade do fato, onde na tribuna da Câmara Municipal foi denunciada a situação calamitosa que a APAE está passando na atual gestão municipal, correndo um grande risco de fechar suas portas.

            O revide veio através de uma nota em que a Prefeitura afirmava que na verdade era a APAE que estava em débito com o município e que a entidade não estava prestando contas. O repasse em atraso da prefeitura chega a quase um milhão de reais e prejudica dezenas de trabalhadores, pais e crianças que só tem neste local o tratamento necessário.

            Agora, mesmo em período de recesso parlamentar, dois meses após a denúncia, o vereador retornou ao local, e conversando com a diretoria e o setor jurídico da APAE, a situação continua igual e as informações são de que a prefeitura está burocratizando demais o processo, tornando praticamente impossível a prestação de contas e a continuidade dos atendimentos.

            "Até quando o senhor prefeito vai continuar nesse 'enrola enrola', desrespeitando o povo de Imperatriz e a APAE? Há anos esta entidade presta um serviço essencial para a nossa cidade. Será por que só agora, na sua administração, está tendo esse descaso e atraso? Será que de novo irão juntar a turma para ir para as redes sociais defender a prefeitura e acusar a direção da APAE? Eu não posso acreditar nisso. Irão fazer mesmo essa instituição fechar? Se você não vai pagar diga ao povo de Imperatriz", questiona o vereador do PEN.

            Ainda segundo o edil, logo após a primeira denuncia aconteceu uma ‘festinha’ onde a direção da entidade de forma inocente deu um título de “Amigos da APAE” a alguns secretários, esperando uma consciência da parte do poder público que não veio, pois até hoje não há previsão dos funcionários receberem seus vencimentos, nem da instituição pagar as despesas do prédio, pois não recebe. Os funcionários já passam por necessidades financeiras e sofrem assédio moral da alta cúpula da prefeitura que tenta a todo custo abafar o caso.