29/10/2015 13:54:22

Carlos Hermes cobra doação de área para construção de escola no Parque Alvorada‏

A escola deve ser construída em uma área de oito mil metros, doada pela prefeitura, e terá 12 salas de aulas

Em tribuna, Carlos Hermes destaca importância da escola para aquela região Em tribuna, Carlos Hermes destaca importância da escola para aquela região. Foto: Fábio Barbosa/Assimp

O vereador professor Carlos Hermes do PCdoB juntamente com a comunidade da Vilinha, Parque Alvorada I e Parque Alvorada II lutam pela implantação do Ensino Médio naquela região.  Este ano, o deputado Marco Aurélio viabilizou recursos junto ao governo do estado para a construção da unidade escolar, que beneficiará estudantes daqueles bairros, porém, a doação de um terreno, por parte da prefeitura,precisa ser encaminhada à Câmara Municipal de Imperatriz.

Em discurso nessa quarta-feira (18), o vereador Carlos Hermes cobrou agilidade do Município em relação aos trâmites legais da área a ser doada. “Desde que iniciei nesta Casa [Câmara] tenho lutado por essa escola. Marco Aurélio destinou quase um milhão de reais para essa construção; estamos com o projeto da escola pronto, mas, falta a prefeitura enviar o documento que legaliza a doação do terreno. E em relação a isso, eu cobro urgência, porque só depende deste documento para iniciar os trâmites legais dessa construção”.

A escola do Ensino Médio será construída em uma área de oito mil metros,no Parque Alvorada, e terá 12 salas de aulas, dentro do padrão do Ministério da Educação, para atender a demanda daquela localidade. O projeto que viabiliza essa doação deveria ter sido encaminhado à Câmara Municipal em agosto deste ano,para votação, entretanto, isso ainda não ocorreu. “Cabe a prefeitura agilizar esse processo para que os colegas votem”, enfatiza Carlos Hermes. 

Em Imperatriz, atualmente, são 18 escola de Ensino Médio, mas, infelizmente, nenhuma delas no Parque Alvorada ou na Vilinha, assim sendo, os estudantes precisam se deslocar para outras escolas distantes do bairro. “Enquanto professor, eu conheço a realidade de quem precisa estudar longe da sua residência. São várias as dificuldades que desestimulam: gasto financeiro, a longa espera por um ônibus, pedalar após um longo dia de trabalho, dentre outras coisas. Com isso, perde-se o interesse, e consequentemente,alguns deixam a sala de aula. Mas essa realidade vai mudar com as aulas no bairro”, ressalta Hermes.

Fonte: Paula de Társsia