11/08/2015 15:14:49

Prefeito Madeira sanciona Lei de Mobilidade Urbana‏

Esmeradhson de Pinho comemora a iniciativa e enfatiza a importância da nova lei

Vereador Esmeradhson de Pinho classifica importância da nova lei para Imperatriz          Vereador Esmeradhson de Pinho classifica importância da nova lei para Imperatriz . Foto: Fábio Barbosa/Assimp

Imperatriz – O vice-presidente da Câmara Municipal de Imperatriz, Esmeradhson de Pinho (PSDB), comemora a iniciativa do prefeito Sebastião Madeira que sancionou quinta-feira  (6) o Projeto de Lei de sua autoria [a Lei Ordinária n° 1.555/2014] que institui a política de mobilidade urbana em Imperatriz.

Ele descreve que essa preocupação surgiu em meados de 1990 quando o Governo Federal começou a discutir medidas que pudessem contribuir na organização das cidades brasileiras. Em 2001, observa ele, o então presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou o “Estatuto das Cidades”.

“De início preconizava que cidades com 500 mil habitantes apresentassem uma política municipal de mobilidade urbana, mas 2012 a então presidente Dilma Roussef sancionou a Política Nacional de Mobilidade Urbana, melhorando o Estatuto das Cidades, contemplando municípios com mais de 20 mil habitantes”, assinala ele.

Pinho esclarece que a lei não visa punir, vetar ou coibir, mas simplesmente contribuir na organização das políticas de mobilidade urbana de Imperatriz, a maior cidade do interior do Maranhão. “A maioria das políticas equivocadas valorizava exclusivamente os carros, onde alguns teóricos chamavam de carrocracia ou rodoviaristas que valorizavam apenas o automóvel; Imperatriz é um caso disso: saiu de 2008 com 43 mil veículos para mais de 130”, frisa.

Ele diz que um dos artigos que a lei municipal de mobilidade urbana preconiza é o diálogo entre os mais diversos modais de transportes, valorizando o pedestre que é o elo mais frágil; permitir o diálogo também da bicicleta com a moto, automóvel, ônibus ou caminhão.

“Temos que valorizar  o transporte de massa (coletivo) –fui autor da indicação – que criava o corredor exclusivo de ônibus com a ideia de melhorar a qualidade do transporte público, onde posso deixar meu carro em casa e não ter prejuízo de pegar o ônibus, o metrô ou VLT -Veículo Leve sobre Trilhos”, reforça. 

Esmeradhson de Pinho observa que o transporte coletivo é uma prerrogativa do município de Imperatriz, mas que abre mão por meio de concessão via processo licitatório explorado por empresas privadas. “Nós precisamos instituir ciclovias. Temos a da Avenida Pedro Neiva de Santana, porém é toda irregular; podemos viabilizá-las nas avenidas JK e Industrial. E temos  uma ciclovia  na BR-010, porém mal trabalhada e sinalizada”, conclui.

Fonte: Gil Carvalho/ Assessoria