06/08/2015 15:04:13

Vereador Adonilson exalta consenso na problemática da diversão noturna‏

Vereador defende um consenso entre os dois lados da questão

Para Adonilson, limitar o horário de funcionamento traz prejuízos para a cidade Para Adonilson, limitar o horário de funcionamento traz prejuízos para a cidade. Foto: Fábio Barbosa/Assimp

Em Audiência Pública que discutiu o horário de funcionamento dos bares, casas de shows e similiares, o Vereador Professor Adonilson (PCdoB) defendeu uma decisão de consenso que contemple os proprietários dos estabelecimentos, a sociedade, os órgãos de segurança pública e o legislativo.

O vereador Adonilson solicitou a Audiência Pública a pedido dos trabalhadores das casas noturnas que se dizem prejudicados com a fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Sepluma), Polícia Civil e militar que os  obrigam a fechar os estabelecimentos às 02 horas da manhã.

De um lado os órgãos de segurança e a Secretaria de Meio Ambiente alegam, que além do cumprimento à Lei Municipal que disciplina o horário de funcionamento das casas de shows e similares, a fiscalização ajuda a  reduzir os índices de  violência. Do outro os proprietários dos estabelecimentos de entretenimento noturno rebatem que não são os responsáveis pelo aumento da criminalidade. Assim foi o teor das discussões que permearam a Audiência Pública.

Para Adonilson tentar limitar o horário de funcionamento do lazer noturno fazendo uma conexão com o aumento da violência é uma estratégia errada e que está trazendo prejuízos para milhares de pessoas que dependem destas empresas para sobreviver. “Em nossa cidade, os crimes desorganizados estão acontecendo a luz do dia por conta principalmente do tráfico de drogas e do longo período de ausência da efetividade das políticas públicas”, explicou Adonilson acrescentando que os trabalhadores da noite não devem ser penalizados exclusivamente por algo que não são culpados. “Reafirmo que uma decisão de consenso deve trazer a harmonia entre os poderes e um setor da cidade."

Fonte: Mozart Magalhães/Assessoria