Polícia precisa de novas viaturas em Imperatriz‏


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Imperatriz – A comunidade tem sentido nestes últimos seis meses uma ausência muito grande de investimentos do governo estadual no setor da segurança pública em Imperatriz, a maior cidade do interior do Maranhão. A observação foi feita nesta quinta-feira (11) pelo vereador Raimundo Roma (PSL).

Ele reconhece que o governo Flávio Dino se destacou em diversas áreas, porém tem deixado muito a desejar na segurança pública, sem entregar neste semestre uma única viatura para reforçar as policiais Civil e Militar.

“É preciso fortalecer o policiamento de bairros, fato que tenho acompanhado de perto essa problemática em nossa cidade, pois temos visto uma única viatura atender os moradores da região da grande Cafeteira”, defende ele, ao citar que quando os policiais vão entregar uma ocorrência no distrito policial a área fica praticamente “descoberta”, situação semelhante que tem ocorrido em outros bairros de Imperatriz.

Roma diz ainda que o problema de arrasta desde o governo passado, mas considera emergencial a aquisição de novas viaturas para atender a segurança pública de Imperatriz e de outros municípios do Maranhão. “As viaturas são ainda do governo anterior, porém estão se acabando e muitas não conseguem mais circular, sendo preciso renovar a frota e ampliar o contingente de policiais, embora tenha sido convocado pelo governo estadual excedentes à proposta para cá é muito reduzida”, questiona.

Ele observa ainda que faltam condições de trabalho para os policiais que diariamente estão nas ruas para garantir a segurança da população de Imperatriz. E sugere o reforço do patrulhamento com viaturas circulando nos bairros ao invés de policiais em bases comunitárias.

Deputados – O vereador também reforçou o pleito não apenas ao secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela, bem como aos deputados estaduais eleitos por Imperatriz e a região Tocantina. “O nosso povo clama por segurança pública e mais investimentos do governo estadual no imediato reforço das policiais Militar e Civil”, concluiu.