15/04/2015 23:57:31

Secretária estadual de Educação visita antigo prédio da Escola Pedro Ferreira‏

A secretária anunciou que será feito um estudo técnico para verificar se há possibilidade da escola ser reconstruída no local

Secretária Áurea Prazeres, os vereadores Carlos Hermes e Adonilson;  André Gomes e a gestora Secretária Áurea Prazeres, os vereadores Carlos Hermes e Adonilson; André Gomes e a gestora. Foto: Will Ferreira

A secretária de estado da Educação, Áurea Prazeres, visitou, nessa quarta-feira (15), o local onde funcionava a escola estadual Pedro Ferreira, na Avenida JK, em Imperatriz. Acompanhada do vereador professor Carlos Hermes (PCdoB), do presidente do sindicato estadual dos professores, André Gomes, e de outros vereadores; a secretária verificou o que restou da estrutura do prédio da escola, e anunciou que será feito um estudo técnico na área, no intuito de averiguar as condições da escola ser reconstruída no local.

“Uma equipe técnica virá à região fazer uma análise de várias escolas, e vamos incluir esta na análise. Para assim, verificarmos se há possibilidade de construir a escola neste local, porque compreendemos que aqui há uma relação de identidade da comunidade escolar, e também fazermos um levantamento do que é preciso para essa reconstrução, tanto da parte do estado quanto município”, enfatizou a secretária.

O vereador professor Carlos Hermes lamentou a situação em que se encontra o prédio da escola, e ratificou junto à secretária a necessidade de devolver a unidade de ensino à comunidade. “Acredito, que por meio de diálogo vamos encontrar uma solução para esta situação. Se não houver condições da escola voltar a funcionar aqui, que seja encontrada outra área na localidade para construir-se a escola”. 

Segundo relatos de moradores próximos à área onde funcionava a Pedro Ferreira, a escola foi abandona após os constantes alagamentos que ocorriam quando o Riacho Capivara transbordava. “Quando chove fica um mar de água na rua, e as águas sobem quase um metro dentro das casas. Assim também era na escola, então não tinha condições das aulas continuarem. Mas, esperamos que a situação seja resolvida, porque o terreno está sendo usado por vândalos”, disse o mecânico Nilton Nascimento.

Fonte: Paula de Társsia/Assessoria