31/03/2015 21:40:06

Audiência Pública vai discutir impactos ambientais ao longo do Rio Tocantins‏

A realização da audiência foi solicitada durante sessão plenária desta terça-feira (31)

Vereadores querem discutir impactos ambientais em audiência pública Vereadores querem discutir impactos ambientais em audiência pública. Foto: Fábio Barbosa/Assimp

Imperatriz – Os vereadores Amauri Alberto de Sousa (PP) e Fidelis Rodrigues Uchoa (PRB) solicitaram a realização de uma audiência pública para discutir os impactos ambientais que acontecem ao longo do Rio Tocantins, ao presidente da Câmara Municipal José Carlos Soares e ao presidente da Comissão Permanente de planejamento, uso, ocupação do solo e meio ambiente Rildo de Oliveira Amaral.

O vereador Alberto Sousa justificou seu pedido dizendo que o assunto hoje, é um dos mais sérios em Imperatriz.

“Hoje, cem por cento do esgoto é jogado in natura no Rio Tocantins. Em alguns pontos do rio, você observa que os pescadores estão lá com seus anzóis. E nós estamos consumindo esse peixe. Precisamos trabalhar esse tema.”

Segundo o vereador Fidelis Uchoa, ele é procurado constantemente por pessoas que brigam em defesa do Rio Tocantins e que desejam o debate.

“Essa audiência pública é importante para trazermos pessoas que diretamente exploram as margens do rio Tocantins e que não colaboram com sua preservação. Saber dos ambientalistas como trazer de volta os nossos peixes.”

De acordo com o vereador professor Adonilson Lima (PCdoB), os debates promovidos por meio das audiências públicas devem continuar acontecendo, já que essa é uma das funções do parlamento, de levar os debates para dentro da casa do povo. Lima sugeriu ainda que as audiências sejam realizadas em horários diferenciados para que as sessões ordinárias não deixem de acontecer. 

“Os resultados aí não são necessariamente feitos pelo vereador proponente, mas sim, dos autores envolvidos. Exatamente por isso temos várias comissões temáticas. Que exerçamos o papel de fomentadores das discussões. Que se estabeleçam horários que não sejam das sessões, que sejam horários alternativos.”

Fonte: Mari Marconccine/Assessoria