26/11/2014 14:08:57

Começa hoje a Campanha pelo fim da violência contra as mulheres‏

A campanha foi divulgada por meio da Tribuna Popular, durante sessão ordinária da Câmara Municipal

Conceição Amorim usa a Tribuna Popular para pedir o fim da violência contra as mulheres Conceição Amorim usa a Tribuna Popular para pedir o fim da violência contra as mulheres. Foto: Fábio Barbosa/Assimp

Imperatriz - A Tribuna Popular da sessão desta terça-feira (25) foi utilizada para divulgação da “Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, por meio de uma das suas organizadoras, Conceição Amorim, a convite do vereador Aurélio Gomes (PT).

A campanha começa hoje em 196 países e termina no dia 10 de dezembro. A Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher de Imperatriz organizou uma vasta programação de conscientização com palestras, exposições, encontros para troca de experiências e blitzes nas ruas da cidade.

A Rede é formada pela Vara da Mulher, Defensoria Pública Estadual, Promotoria Especializada da Mulher, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Conselho da Mulher, Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), Atenção Básica-DST/AIDS.

Conceição falou sobre a importância do momento da luta das mulheres contra a violência que sofrem, ressaltando que Imperatriz está à frente de muitas cidades, com grandes conquistas, mas que alguns serviços não estão sendo oferecidos com eficácia.

“Imperatriz é uma cidade privilegiada, fruto das lutas das mulheres e do apoio de vários senhores que estão aqui. Conquistamos todos os serviços que prevê a Lei Maria da Penha, somos a primeira cidade a implantar no Maranhão a vara específica da mulher, somos das poucas cidades que tem a Promotoria da Mulher, a Defensoria Pública. Temos a casa de proteção da mulher que vive em situação de violência, a Casa Abrigo. São todos serviços públicos que às vezes não funcionam com eficácia.” 

Conceição pediu apoio dos vereadores na fiscalização desses serviços, informando que só este ano foram assassinadas 13 mulheres e que nenhum dos assassinos foi preso.

Fonte: Mari Marconccine