03/06/2014 17:19:08

Roma propõe negociações e o fim da greve dos professores‏

Ele também comentou sobre a operação da Polícia Federal e a reclamação da comunidade sobre profissionais da saúde

Vereador Roma: negociações para acabar com a greve dos professores Vereador Roma: negociações para acabar com a greve dos professores. Foto: Fábio Barbosa/Assimp

Imperatriz – O vereador Raimundo Roma (PSL) defendeu em plenário que o município conceda um reajuste salarial aceitável aos professores que estão em greve há quase um mês em Imperatriz. “É preciso conceder um aumento que a prefeitura possa honrar e cumprir, assim como um percentual que o Steei possa aceitá-lo, pois consideramos deselegante o zero por cento”, declarou.

Ele observou que a greve causa prejuízos aos pais e alunos que vêem os filhos prejudicados com o calendário do ano letivo desse ano. “Nós acreditamos que todos os mestres e professores gostariam de estar em sala de aula, fazendo o que melhor sabem fazer: ensinar para o futuro desse país”, disse.

Roma ressalta que “é preciso haver bom senso nesse momento, voltando a ter novas negociações para se chegar ao fim o movimento grevista”. “Esse é um momento crítico, tenso e deve se apresentar um percentual de reajuste ao Steei”, contou.

Operação – Ele também utilizou a tribuna para falar sobre a Operação Onipresente, desencadeada pela Polícia Federal, em Imperatriz e em vários outros municípios da região Tocantina. O vereador lembrou que os agentes estiveram em vários órgãos do município em cumprimento de mandados de busca e preensão contra servidores da saúde.

“Quando o servidor é nomeado, convocado para uma nova missão, seria justo que solicitasse licença ao órgão para o qual presta serviços. Tudo ainda está na fase de investigação, sendo que os envolvidos terão que devolver aos cofres públicos, no caso o prejudicado o INSS e os cidadãos que necessitavam realizar perícia médica”, assinalou.

Roma lembra que “chove denúncias em postos de saúde, onde o horário prestado pelo profissional médico deveria ser até às 18h, acabando deixando a unidade de saúde mais cedo”. “Temos recebido muitas denúncias que médicos e enfermeiros não estão cumprindo o horário integral da escala de trabalho”, frisa.  

Fonte: Gil Carvalho