06/05/2014 21:08:52

Garis pedem pagamento de direitos trabalhistas‏

Eles lotaram a galeria da Câmara Municipal; vereadores pedem agilidade

Rildo Amaral cobra postura do município em relação ao serviço de coleta do lixo Rildo Amaral cobra postura do município em relação ao serviço de coleta do lixo. Foto: Fábio Barbosa/Assimp

Imperatriz – O vereador Rildo de Oliveira Amaral (PDT) observou nesta terça-feira (6) durante discurso na tribuna “Freitas Filho” que “há mais cinco anos o poder legislativo debate a falta de respeito da empresa responsável pelo serviço de recolhimento de lixo urbano em Imperatriz”. 

“Nós todas às vezes cobramos uma postura do município em relação ao trabalho de fiscalização e gerenciamento desse contrato, pois entendemos que é uma grande falta de respeito à legislação trabalhista”, asseverou ele, que registrou a presença de ex-funcionários [e funcionários] que lutam há 12 meses para receber os direitos trabalhistas que deixaram de ser pagos pela empresa concessionária do serviço de coleta de lixo doméstico.

O vereador, que também condenou a postura do sindicato da categoria, sediado em São Luís, contou que a direção da entidade demonstrou parcialmente “interesse em proteger à classe patronal e não a trabalhadora, impedindo que o recurso disponibilizado pela prefeitura fosse liberado”.

Rildo Amaral reitera que o “objetivo do manifesto dos trabalhadores é solicitar a intervenção do legislativo para agilizar o processo que tramita na comarca do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MA)”. “Peço, independente de bancada, que todos os vereadores se manifestassem em prol dessa classe”, reforçou.

Em aparte, o vereador Francisco Rodrigues da Costa (PR), o Chiquim da Diferro, defendeu que seja convidado o proprietário da empresa de recolhimento de lixo para prestar esclarecimentos à população de Imperatriz.

“Nós fomos informado que o dinheiro está retido na conta da Justiça, assim como sabemos que a limp fort, que pediu concordada (falência), continua repassando dinheiro para a Brasmar, pois entendo que dessa forma não houve concordata”, disse ele, que questionou a ligação do empresário da Limp Fort junto à nova concessionária: a empresa Brasmar.

Chiquim da Diferro também solicitou que seja encaminhado à Justiça expediente solicitando informações sobre o não pagamento dos direitos trabalhistas dos garis e margaridas. “Esses pais de família estão necessitando desse dinheiro, e pedem o apoio de todos os vereadores”, concluiu.  

Fonte: Gil Carvalho