30/04/2014 22:48:56

Imperatriz dispõe de um dos melhores matadouros públicos do Brasil‏

Vereador José Carlos Soares assinala os investimentos realizados pelo governo Madeira

Matadouro de Imperatriz cumpre todos os requisitos exigidos por órgãos de saúde Matadouro de Imperatriz cumpre todos os requisitos exigidos por órgãos de saúde. Foto: Fábio Barbosa/Assimp

Imperatriz – O vereador José Carlos Soares Barros (PTB) observou nesta quarta-feira (30) que o matadouro municipal de Imperatriz, considerado um dos mais modernos do Brasil, está no padrão exigido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “Posso garantir que é o melhor do Brasil, porém o grande problema é mão de obra qualificada para trabalhar no matadouro”, disse. 

Zé Carlos, como é mais conhecido, explica que os candidatos participam de concurso público, conseguem aprovação teórica (prova), mas quando iniciam os testes práticos acabam desistindo. “Essa tem sido uma das maiores reclamações do matadouro, principalmente em relação aos concursados que não trabalham em dias feriados, sobrecarregando os servidores contratados pelo município”, contou. 

Ele assinala que a maioria dos servidores concursados não dispõe de experiência para o exercício do cargo, fato que tem causado entrave na otimização dos serviços operacionais do matadouro municipal de Imperatriz.  

O parlamentar, que já exerceu o cargo de secretário municipal de Agricultura, diz que foram investidos 180 metros quadrados de madeira de primeira, quatro mil cerâmicas e azulejos, 420 metros de forro de PVC, 380 metros de forro de madeira e máquina de tirar couro deixando semi-industrializado. 

“Temos hoje um matadouro totalmente industrializado, dentro dos padrões exigidos pelos órgãos de saúde”, disse ele, ao lamentar que a maioria dos candidatos aprovados em concurso público não têm condições de trabalhar com abate (sangue). 

Zé Carlos revelou que dos 28 servidores convocados pelo município de Imperatriz, 20 desistiram de trabalhar no matadouro municipal, localizado na margem da “Estrada do Arroz”.  

Fonte: Mari Marconccine