Sargento Adelino pede ao governo que reveja decisão sobre os vigilantes de escolas estaduais‏


Post

Na manhã de ontem (10), o vereador Sargento Adelino (SDD) usou a Tribuna Freitas Filho para pedir ao governador Flávio Dino (PCdoB) que repense, ou reveja uma decisão que chegou ao conhecimento do edil, de que irão tirar todos os vigilantes das escolas do estado e trocar por porteiros.

            O vereador destacou as situações que estão acontecendo em várias partes do mundo e também aqui no Brasil, onde atiradores estão entrando em escolas e colocando em risco professores e alunos. “Enquanto outros estados estão aumentando a segurança, o governo ira retirar todos os vigilantes para colocar porteiros. Vigilantes tem curso para passar por situações como essas, inclusive para orientar as vitimas. Porteiros só cuidam de abertura e fechamento de portões. Se algo assim ocorrer, quem está no portão será o primeiro a correr, e de acordo com as informações isso será em todo o estado. Só aqui na cidade são mais de 200 vigilantes. Alem dos professores, alunos e trabalhadores ficarem sem segurança, teremos toda uma categoria desempregada”, disse.

            Adelino informou que sabe da revolução que foi feita na segurança pública, através da Polícia Militar com armamentos, equipamento, novas viaturas, aumento de efetivo, melhorias de salário, mas essa atitude vem de encontro ao que esta sendo aplicado em segurança publica em todo o país. Para ele não tem como os pais ficarem tranquilos, mandando os filhos para a escola sabendo que não há nenhum tipo de segurança. “Peço aqui que o governador repense essa atitude, pois nós votamos em peso nele, e essa decisão está indo contra os pais, filhos e todos os que acreditam no governo”. O parlamentar pediu também uma audiência pública para o sindicato dos vigilantes, por ser um assunto de grande importância, pois se trata da segurança das crianças e adolescentes.

 

            Para os vereadores Adhemar Jr, Pedro Gomes (ambos do PSC) e Zesiel Ribeiro (PSDB), Adelino mostra coerência, pois essa mudança tem altíssimo impacto na coletividade. A escola é onde estão as crianças no dia a dia, é para onde os filhos de todos vão. E lembraram que antes as escolas nem muros tinham, mas hoje são paredes altas, pois a sociedade tem se transformado e a violência tem aumentado muito.